quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Educação Igualitária? !




Será que há educação igualitária? A intrigante indagação surgiu a partir de uma breve leitura da lei 10.683, a qual dispõe sobre a Organização da Presidência da República e dos Ministérios. No artigo 27, área que compete a cada ministério, ficou determinado ao Ministério da Educação prover a educação em geral: o ensino fundamental, ensino médio, ensino superior, educação de jovens e adultos, educação profissional, educação especial e educação a distância, exceto ensino militar. No entanto, a constituição do Brasil prever um Estado de igualdade para todos brasileiros. Visto a exceção acima, é fácil perceber o porquê da falta de cuidado com maioria da população discente. Embora não seja esquecido as infinitas greves dos professores, (grupo desunido), não generalizando, devido as péssimas condições de trabalho.

Os alunos das escolas militares já possuem vantagens desde quando ingressam-nas. Têm vagas garantidas para seus futuros empregos. Por que as escolas públicas, comum a todos cidadãos, têm que passar dificuldades estruturais e pedagógicas devido a exceção? Esta é a maioria que gera recursos finaceiro para o sistema governamental! É dessa fonte que surge o soldo dos futuros e presente soldados desta nação.
O Ministério da Educação deve assumir o papel de nivelador da educação à população jovem; a oportunidade para aprender com qualidade deve ser condiciondada para todo estudante, independentemente da idade dos interessados, sexo ou camada social. Refletindo bem, será que o ensino militar segue o Parâmetro Curricular Nacional (PCN). Se é objeto de exceção, possivelmemte, as verbas destinadas são melhores que as para o ensino público comum.
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), pelo jeito, não existe às escolas militares, os números devem ser nulos se consierado o desenpenho dos alunos, acredita-se que não há defasagem, são previlegiados, subtende-se; será que neste recinto educacional os alunos são reprovados frequentemente? Subjetivamente, não. No entanto, não há aluno de "ferro". O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), não aporta o ensino militar. Está explícito no portal do Ministério da Educação (MEC) a quantia que o governo disponibilizará à educação pública de "todos brasileiros". Haverá um investimento gradual. Mesmo assim, o sistema educacional militar sempre terá mais recursos que o comum, supostamente.

Será que a gestão financeira das escolas em questão recebem diferentes tratamentos ao ponto de se criar um campo de exceção? Ou os gastos com educação militar não pode ser expostos à população? Estas são indagações que não são veiculadas nos holofotes e, poucos cidadãos sabem da diferença de acesso ao conhecimento e de como apreendê-lo com facilidade, rapidez e confortavelmente.

Entretanto, é preciso mais atentamento de forma efetiva dos político que representa o povo brasileiro à Carta Magna no que tange à igualdade e aos princípios que regem a Educação deste país!

Nenhum comentário:

Postar um comentário