O consumo tem sido um fator de prosperidade neste mundo contemporâneo. Antigamente, maioria da população estava situado na zona rural vivendo um vida simples e, há quem diga, confortavelmente bem. Com o advento do crescimento urbano exarcebando, expressão de evolução técnico-científico do próprio homem sobre o meio em que habita; surge as pequenas e robustas fábricas com diferenciadas caractéristas de produção. Diversas Teorias foram tiveram sucesso neste momento de explendor do saber científico. Taylorismo, Fordismo, Toyotismo são algumas formas de produção que revolucionaram o mundo e a forma de consumo.
Algumas justificam-se que poluem de forma inofenciva o meio ambiente, outras, que na sua maioria são responsáveis pelo alto teor de Clorofluorcarbono - CFC na atmosfera, justificam-se que estão replantando milhões de árvores a fim de restaurar o puro ar que a natureza produz diariamente. Pergunta-se, quem os fiscalizam esclarece à população enfaticamente? Nota-se que não, ou o IBAMA não cumpri suas obrigações por falta de pessoal em condição de autuar os infratores.
Diante os argumentos, geralmente, perguntar sobre os surgimento das coisas não é comum pelo consumidor. O que importa é "o ter". É comum o noticiário nos holofotes de hoje, diversas matérias jornalística sobre o ideal do comprar bem nos feriados e principalmente, no final de ano, quer dizer, em tempo de Natal; o shopping, antes destinado a pessoas de melhor poder aquisitivo, agora é também frequentado por pessoas dos mais diversos níveis econômico. Porém, há quem se preocupa com o meio ambiente, ou seja, com o próprio homem. No entanto, fica o questionamento da existência de interesse visto que torna-se uma estratégia empreendedora. Por que a ideia de pôr os produtos ecologicamente corretos não foram introduzidos nas relações comercias antes que eclodisse a crise dos produtos sipermanufaturados?
Logo, foi o resultado das coisas melhoradas no sitema fabril que a fez sociedade refletir sobre o uso dos mais simples objetos desejados até ao mais complexo. Por exemplo, um celular mais sofisticado frete aquele aparentemente maior e com menor recurso tecnológico. Pode-se concluir esta situação no seguite argumento; há quanto de material radioativo no produto mais sofisticado? O quanto de potência de Ondas são recebidas quando alguém passa a ter o melhor produto?
Enfim, este argumento não convida ninguém para voltar ou ficar de costas à caverna, ou seja, à realidade, esta que melhorou significativamente a convivência do homem. O filósofo Platão em sua obra intitulada: A República, citou que a humanidade tem que desprender-se da escuridão. Analisando este argumento com o mundo de hoje, pode-se inferir que a luz surge a partir do memento que o ser humano ousa em usar conhecimentos acumulados para criar e recriar novos "facilitadores de vivência". Agora, é necessário repensar as oportunidades antes que surjam dúvidas sobre o que melhor após ter sofrindo drasticas consequência das coisas.
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